sexta-feira, 18 de abril de 2008

Parece-te (me) um tornado

Parece-te (me) um tornado


Parece-te um tornado.
Um jubilar de ideias e de pensamentos,
Célere redemoinho de preconceitos que fervilha em ti.
Parece-te um tornado.
Um autêntico turbilhão de afirmações falseadas,
E deveras desacreditadas,
por alguém que por si só se torna impreciso.
Parece-te um tornado.
Acreditar em tudo o que dizes,
Mesmo sabendo que essas bárbaras e atrozes palavras,
Vão tornar-se num sorvedouro para quem efectivamente as sente.
Parece-te um tornado.
Mesmo assim não cedes,
Mesmo assim deitas tudo a perder apenas por um momento,
Aprenderás um dia a função do tornado?
Permitir que tudo entre, mas que nada de si saia.
Parece-me agora, um tornado.

Escrito por: Ricardo Barbosa

3 comentários:

Anônimo disse...

Está mto bom !

Gostei mesmo Ricardo :]

Anônimo disse...

Tens vocabulario, utilizas bem as palavras, mas...
Mensagens pouco coerentes e coesas.. da a sensação que são poemas banais de facil escrita... TÊm todos a mesma estrutura.

Mas continua, que para se ser poeta é preciso trabalho e principalmente levar com estes Comments menos agradáveis. (abraço)

Ricardo Barbosa disse...

Sim, é verdade que têm todos a mesma estrutura, mas é aquela que até agora me atraiu mais.

No futuro vou tentar modificar um pouco o estilo, variar mais. ;)